Seu cliente elogiou,
pagou e sumiu.

Ele gostou da comida. Só não teve nenhum motivo pra voltar antes do mês que vem. O clube dá esse motivo, e ele cabe dentro do celular do seu cliente.

Sem app pra baixar. A gente monta o seu e te mostra funcionando antes de você pagar nada.

Tela onde o cliente entra no clube da Pepe Pizzeria
É isso que o cliente vê ao apontar a câmera no QR
O problema

Trazer cliente novo custa caro.
Quem já veio custa quase nada.

Você paga comissão de aplicativo, paga anúncio, paga panfleto. Tudo isso pra fazer alguém entrar pela primeira vez.

A pessoa entra, come, gosta. E aí, na hora que ela sai pela porta, você não tem nenhuma forma de falar com ela de novo. Não sabe o nome, não tem o telefone, não tem como avisar que terça tem promoção. Ela some no meio de outros vinte restaurantes.

O cliente mais barato do seu restaurante é o que já sentou na sua mesa. E é justamente o que ninguém faz nada pra trazer de volta.

O que a fidelidade muda, em número

Em quem tem programa rodando
até 37% das vendas
é a fatia que vem de cliente cadastrado, nos melhores operadores medidos pela Paytronix
Quanto volta todo mês
62% dos membros
é a retenção mensal medida em serviço rápido; em restaurante de mesa, 58%
Quanto custa avisar essa gente
R$ 0,00
pelo cartão do clube. Por WhatsApp, cada disparo sai entre R$ 0,32 e R$ 0,38

Os dois primeiros números são de operadores lá fora, não são promessa do seu caso. Servem pra mostrar o tamanho da coisa. O seu número real a gente mede no painel a partir do primeiro mês.

A ideia

É o cartãozinho de carimbo.
Só que ele não some.

Você conhece aquele cartão de papel: dez carimbinhos, o décimo é grátis. Funciona, e todo mundo entende na hora. O problema nunca foi a ideia. O problema é o papel.

Ele amassa na carteira, molha, some, e o cliente esquece que tem. Você imprime mil e usa cem.

O clube é o mesmo cartão, no lugar onde o cliente não perde nada: junto do cartão de crédito e do cartão de embarque, dentro do celular. Todo celular Android já vem com esse lugar de fábrica. Chama Carteira do Google, e a maioria das pessoas nunca reparou que tem.

O cliente não baixa aplicativo, não cria senha, não instala nada. Ele aponta a câmera num QR, toca uma vez, e o cartão está lá.

Cartão do clube com 9 de 12 selos
Nove de doze. O cliente abre o celular e vê exatamente onde está.
Passo a passo

Do começo ao fim, sem
nenhuma parte difícil.

Quatro passos. Três deles não são seus.

1
Você, uma vez só

Escolhe o prêmio

“A cada 10 pedidos, a 11ª pizza é nossa.” Ou a sobremesa, ou o chope, ou a entrada. Você diz o que quer dar e em quantas visitas. A gente monta o cartão com o seu logo, a sua cor e a sua foto, e te mostra pronto antes de ligar qualquer coisa.

2
O cliente, em 15 segundos

Aponta a câmera e salva

O QR pode ir na sacola do delivery, numa plaquinha no balcão, na mesa, ou no rodapé da nota fiscal. Ele aponta a câmera, abre a página com a cara do seu restaurante e toca em “adicionar à carteira”. Acabou.

Nome e telefone são opcionais. Quem quiser pular, pula, e o cartão funciona igual.

A tela de entrada no clube
A tela que ele vê. Um botão, e pronto.
3
Seu time, em 2 segundos

Aponta o celular no cartão do cliente

O atendente abre uma página no celular do restaurante, aponta pro QR que aparece no celular do cliente e toca em “marcar selo”. Não precisa comprar aparelho, não precisa treinar ninguém. Se a câmera não pegar, dá pra digitar o código.

A tela do balcão quando a cartela fecha
Quando fecha a cartela, a tela fica dourada e diz o prêmio.
4
Sozinho, na hora

O celular do cliente acende

No mesmo instante em que o selo entra, a tela de bloqueio dele mostra quanto falta. Não é mensagem de WhatsApp, não é SMS, não custa nada por envio. É o próprio cartão avisando.

E quando a cartela fecha, o cartão avisa que o prêmio liberou. Ele volta pra buscar.

O prêmio

A parte que decide se
vai funcionar ou não.

O sistema é o mais fácil. O que faz o cliente voltar é o prêmio, e escolher errado mata o programa. Três regras: precisa ter margem boa pra você, precisa caber numa frase, e precisa trazer ele de volta em vez de fechar a conta.

Pizzaria
A cada 10 pedidos, uma entrada por nossa conta

Entrada tem margem melhor que pizza, e ele ainda pede a pizza junto.

Melhor que “a 11ª pizza é grátis”, que sai caro e o cliente pode levar sozinho.
Hamburgueria
8 lanches e a batata é nossa

Acompanhamento com custo baixo, percepção alta e que ele não pediria sozinho.

Oito é rápido de completar. Cliente que vê o fim perto volta mais.
Cafeteria
A cada 10 cafés, o próximo é por nossa conta

Frequência alta, ticket baixo. Aqui a cartela fecha rápido e recomeça rápido.

O clássico, e funciona. O digital só resolve o cartão que sumia.
Restaurante de mesa
Complete 6 visitas e a sobremesa é nossa

Menos visitas, porque ticket alto significa frequência menor.

Meta longa demais em casa de ticket alto faz o cliente desistir no meio.

Se você entrega o prêmio de má vontade, o cliente sente. Melhor um prêmio pequeno que você dá sorrindo do que um grande que você tenta evitar.

Comparando

Quem marca o selo
muda tudo.

Existem três jeitos de o selo entrar. Dois deles perdem cliente no caminho.

Papel
O carimbo no cartãozinho

Funciona enquanto o cartão existe. Ele amassa, molha, some na bolsa. E quando some, o cliente não recomeça: ele desiste.

O digital comum
O cliente fotografa o cupom em casa

Ele precisa lembrar de guardar o papel, abrir o site depois e tirar foto. A maior parte esquece no caminho. Selo que não entra é cliente que não volta.

Aqui
Seu time marca na hora

Enquanto o cliente ainda está na sua frente. Dois segundos, um toque, e ele vê o selo entrar no próprio celular antes de sair da loja.

E tem um atalho que só existe no Brasil

Toda nota fiscal que a sua máquina imprime tem um número único, que nunca se repete em nenhuma outra compra do país. Se o seu sistema de caixa permite escrever uma frase fixa no rodapé da nota, esse QR passa a sair em toda nota.

Isso resolve a parte mais frágil de qualquer programa de fidelidade: alguém lembrar de entregar o cartãozinho. Ninguém precisa lembrar de nada, o papel já está na mão do cliente, e a mesma nota nunca conta dois selos.

O que você ganha junto

Um jeito de falar com
seus clientes de graça.

Esta é a parte que quase ninguém percebe na hora, e é a que mais vale.

Todo cliente que salvou o cartão está, sem perceber, te dando um canal direto. Quando você quiser avisar que terça tem rodízio, ou que chegou o prato novo, o celular dele acende com o nome do seu restaurante. Não passa por WhatsApp, não passa por SMS, e não tem cobrança por mensagem enviada.

Pra comparar: mandar promoção pelo WhatsApp oficial custa entre R$ 0,32 e R$ 0,38 por pessoa. Com 500 clientes e quatro avisos no mês, dá perto de R$ 700 só de envio, antes de escrever uma linha.

E quem escreve o aviso somos nós. É o que a Myno faz o dia inteiro.

Painel do clube
O clube entra no mesmo painel que você já usa. Mesmo login, mais uma aba.

O número que você vai olhar

O painel mostra seis números, mas um manda em todos: quantos clientes voltaram pelo menos duas vezes. É o único que prova que o clube está fidelizando, e não só que muita gente se cadastrou.

Se você tiver 200 cadastros e só 12 voltaram, o problema não é o sistema: é o prêmio. E aí a gente conversa e muda.

Os freios

O que o sistema não
deixa você fazer.

Canal de graça sem freio vira canal queimado. Quem recebe aviso demais tira o cartão da carteira, e não tem como colocar de volta. Por isso estas três travas existem e não têm botão de desligar. O selo entra sempre; o que elas seguram é só o aviso.

Silêncio à noite22h às 9h ninguém quer saber de selo de madrugada
No máximo por pessoa2 por semana do terceiro aviso na semana em diante, o cliente começa a achar chato
Limite do próprio Google3 por dia acima disso o aviso some sem avisar ninguém, então a gente para antes
Começar

O que acontece depois
que você chama.

1

A gente conversa por 15 minutos

Sobre o seu movimento, qual dia é fraco e o que sobra com boa margem. É dessa conversa que sai o prêmio certo, e é a parte mais importante de tudo.

2

Montamos o seu clube e te mostramos pronto

Com o seu logo, a sua cor, a sua foto e o prêmio que a gente combinou. Você abre no seu celular e vê exatamente o que o cliente vai ver. Antes de pagar nada.

3

Você aprova, e no mesmo dia está no ar

A gente entrega o QR pronto pra imprimir, configura o celular do balcão e passa uma folha de uma página pro seu time. O treinamento leva cinco minutos, porque é uma tela e um botão.

4

No fim do mês a gente olha os números juntos

Se estiver entrando gente e ninguém voltando, mudamos o prêmio. Se estiver voltando, a gente liga os avisos automáticos pra quem sumiu.

Quanto custa

Se você já tem cardápio digital, Instagram e Google com a gente, o clube entra no pacote sem mensalidade a mais.

Se quiser só o clube, o preço é fechado na conversa, por restaurante. Não tem cobrança por mensagem enviada, e não tem limite de quantos clientes podem entrar — cobrar por cliente cadastrado faria a sua conta subir justamente quando o programa estivesse dando certo.

Perguntas

O que todo dono pergunta.

Meu cliente vai ter que baixar algum aplicativo?

Não. O cartão entra na Carteira do Google, que já vem instalada em todo celular Android de fábrica. Ele aponta a câmera no QR, toca uma vez, e acabou. Sem senha, sem cadastro em site nenhum, sem ocupar espaço no celular.

Preciso comprar alguma maquininha ou aparelho?

Não. Funciona no celular que o restaurante já tem, pelo navegador, como se fosse um site. Se a câmera falhar, o atendente digita o código do cartão e funciona igual.

Meu time vai conseguir usar?

É uma tela e um botão. O atendente aponta pro QR e toca em “marcar selo”. Dois segundos.

A gente entrega uma folha de uma página pra colar perto do caixa, com o que fazer e o que falar pro cliente na hora de convidar.

O cartão vai ter a marca de vocês?

Não. O cartão é só do seu restaurante: seu logo, sua cor, sua foto. A Myno aparece uma vez, no rodapé da página de cadastro, em cinza pequeno.

É a mesma regra do cardápio digital: no que vai pro seu cliente, quem manda é a sua marca.

Funciona no iPhone?

Hoje o cartão é da Carteira do Google, que cobre a maior parte dos celulares no Brasil — cerca de oito em cada dez. A versão pra iPhone está no plano e entra depois.

Enquanto isso, cliente de iPhone usa o cartão pelo navegador: o saldo é o mesmo, ele só não fica guardado na carteira.

E se o cliente trocar de celular ou apagar o cartão?

Os selos dele não somem. Eles nunca estiveram dentro do cartão, estão guardados no sistema. A gente manda o link de novo, ou ele entra com o mesmo telefone e recupera tudo.

Alguém consegue marcar selo sozinho e me roubar?

Não. Só quem tem a chave do balcão consegue somar, e essa chave fica no celular do seu time. O cliente só consegue mostrar o cartão.

Pelo caminho da nota fiscal a trava é ainda mais forte: cada nota tem um número único que nunca se repete, e o sistema confere se a nota é do seu CNPJ. Uma nota, um selo, e a mesma nota nunca conta duas vezes.

Vocês vão ficar mandando mensagem pros meus clientes?

Só o que você aprovar, e com limite: no máximo dois avisos por semana por pessoa, nunca entre 22h e 9h. Essas travas não têm botão de desligar, de propósito.

E o cliente tira o cartão da carteira quando quiser, em dois toques. Por isso a gente é econômico: aviso demais queima o canal, e canal queimado não volta.

Isso dá problema com a lei de dados?

Pelo contrário, joga a favor. O cartão funciona sem guardar telefone nem e-mail, só um código. Quem quiser deixar o telefone, deixa; quem não quiser, entra do mesmo jeito.

Menos dado guardado é menos risco pra você: sem uma lista de telefones, não existe lista de telefones pra vazar. E quem pedir pra sair, sai, com os dados apagados na hora.

Em quanto tempo fica pronto?

Com o logo, a cor e o prêmio definidos, no mesmo dia. O que leva mais tempo é decidir qual prêmio, e essa conversa a gente faz junto.

Depois dá pra mudar o prêmio ou a quantidade de selos?

Dá. A mudança vale pros cartões novos e pros que já estão na carteira, de uma vez só.

Um cuidado que a gente sempre avisa: aumentar a meta no meio do caminho faz quem estava perto de ganhar se sentir roubado. Se for aumentar, aumente o prêmio junto.

E se não der certo?

O painel mostra em três ou quatro semanas se está entrando gente e se essa gente está voltando. Se estiver entrando e não voltando, o problema é o prêmio e a gente muda.

Se depois disso você não vir valor, é só parar. Não tem fidelidade em contrato de fidelidade, o que seria irônico.

Seu cliente já anda com
a carteira aberta.

Falta o seu cartão estar lá dentro. Manda uma mensagem no WhatsApp: a gente conversa 15 minutos, monta o seu clube e te mostra funcionando no seu celular. Você decide depois de ver.

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