Ele gostou da comida. Só não teve nenhum motivo pra voltar antes do mês que vem. O clube dá esse motivo, e ele cabe dentro do celular do seu cliente.
Sem app pra baixar. A gente monta o seu e te mostra funcionando antes de você pagar nada.
Você paga comissão de aplicativo, paga anúncio, paga panfleto. Tudo isso pra fazer alguém entrar pela primeira vez.
A pessoa entra, come, gosta. E aí, na hora que ela sai pela porta, você não tem nenhuma forma de falar com ela de novo. Não sabe o nome, não tem o telefone, não tem como avisar que terça tem promoção. Ela some no meio de outros vinte restaurantes.
O cliente mais barato do seu restaurante é o que já sentou na sua mesa. E é justamente o que ninguém faz nada pra trazer de volta.
Os dois primeiros números são de operadores lá fora, não são promessa do seu caso. Servem pra mostrar o tamanho da coisa. O seu número real a gente mede no painel a partir do primeiro mês.
Você conhece aquele cartão de papel: dez carimbinhos, o décimo é grátis. Funciona, e todo mundo entende na hora. O problema nunca foi a ideia. O problema é o papel.
Ele amassa na carteira, molha, some, e o cliente esquece que tem. Você imprime mil e usa cem.
O clube é o mesmo cartão, no lugar onde o cliente não perde nada: junto do cartão de crédito e do cartão de embarque, dentro do celular. Todo celular Android já vem com esse lugar de fábrica. Chama Carteira do Google, e a maioria das pessoas nunca reparou que tem.
O cliente não baixa aplicativo, não cria senha, não instala nada. Ele aponta a câmera num QR, toca uma vez, e o cartão está lá.
Quatro passos. Três deles não são seus.
“A cada 10 pedidos, a 11ª pizza é nossa.” Ou a sobremesa, ou o chope, ou a entrada. Você diz o que quer dar e em quantas visitas. A gente monta o cartão com o seu logo, a sua cor e a sua foto, e te mostra pronto antes de ligar qualquer coisa.
O QR pode ir na sacola do delivery, numa plaquinha no balcão, na mesa, ou no rodapé da nota fiscal. Ele aponta a câmera, abre a página com a cara do seu restaurante e toca em “adicionar à carteira”. Acabou.
Nome e telefone são opcionais. Quem quiser pular, pula, e o cartão funciona igual.
O atendente abre uma página no celular do restaurante, aponta pro QR que aparece no celular do cliente e toca em “marcar selo”. Não precisa comprar aparelho, não precisa treinar ninguém. Se a câmera não pegar, dá pra digitar o código.
No mesmo instante em que o selo entra, a tela de bloqueio dele mostra quanto falta. Não é mensagem de WhatsApp, não é SMS, não custa nada por envio. É o próprio cartão avisando.
E quando a cartela fecha, o cartão avisa que o prêmio liberou. Ele volta pra buscar.
O sistema é o mais fácil. O que faz o cliente voltar é o prêmio, e escolher errado mata o programa. Três regras: precisa ter margem boa pra você, precisa caber numa frase, e precisa trazer ele de volta em vez de fechar a conta.
Entrada tem margem melhor que pizza, e ele ainda pede a pizza junto.
Acompanhamento com custo baixo, percepção alta e que ele não pediria sozinho.
Frequência alta, ticket baixo. Aqui a cartela fecha rápido e recomeça rápido.
Menos visitas, porque ticket alto significa frequência menor.
Se você entrega o prêmio de má vontade, o cliente sente. Melhor um prêmio pequeno que você dá sorrindo do que um grande que você tenta evitar.
Existem três jeitos de o selo entrar. Dois deles perdem cliente no caminho.
Funciona enquanto o cartão existe. Ele amassa, molha, some na bolsa. E quando some, o cliente não recomeça: ele desiste.
Ele precisa lembrar de guardar o papel, abrir o site depois e tirar foto. A maior parte esquece no caminho. Selo que não entra é cliente que não volta.
Enquanto o cliente ainda está na sua frente. Dois segundos, um toque, e ele vê o selo entrar no próprio celular antes de sair da loja.
Toda nota fiscal que a sua máquina imprime tem um número único, que nunca se repete em nenhuma outra compra do país. Se o seu sistema de caixa permite escrever uma frase fixa no rodapé da nota, esse QR passa a sair em toda nota.
Isso resolve a parte mais frágil de qualquer programa de fidelidade: alguém lembrar de entregar o cartãozinho. Ninguém precisa lembrar de nada, o papel já está na mão do cliente, e a mesma nota nunca conta dois selos.
Esta é a parte que quase ninguém percebe na hora, e é a que mais vale.
Todo cliente que salvou o cartão está, sem perceber, te dando um canal direto. Quando você quiser avisar que terça tem rodízio, ou que chegou o prato novo, o celular dele acende com o nome do seu restaurante. Não passa por WhatsApp, não passa por SMS, e não tem cobrança por mensagem enviada.
Pra comparar: mandar promoção pelo WhatsApp oficial custa entre R$ 0,32 e R$ 0,38 por pessoa. Com 500 clientes e quatro avisos no mês, dá perto de R$ 700 só de envio, antes de escrever uma linha.
E quem escreve o aviso somos nós. É o que a Myno faz o dia inteiro.
O painel mostra seis números, mas um manda em todos: quantos clientes voltaram pelo menos duas vezes. É o único que prova que o clube está fidelizando, e não só que muita gente se cadastrou.
Se você tiver 200 cadastros e só 12 voltaram, o problema não é o sistema: é o prêmio. E aí a gente conversa e muda.
Canal de graça sem freio vira canal queimado. Quem recebe aviso demais tira o cartão da carteira, e não tem como colocar de volta. Por isso estas três travas existem e não têm botão de desligar. O selo entra sempre; o que elas seguram é só o aviso.
Sobre o seu movimento, qual dia é fraco e o que sobra com boa margem. É dessa conversa que sai o prêmio certo, e é a parte mais importante de tudo.
Com o seu logo, a sua cor, a sua foto e o prêmio que a gente combinou. Você abre no seu celular e vê exatamente o que o cliente vai ver. Antes de pagar nada.
A gente entrega o QR pronto pra imprimir, configura o celular do balcão e passa uma folha de uma página pro seu time. O treinamento leva cinco minutos, porque é uma tela e um botão.
Se estiver entrando gente e ninguém voltando, mudamos o prêmio. Se estiver voltando, a gente liga os avisos automáticos pra quem sumiu.
Se você já tem cardápio digital, Instagram e Google com a gente, o clube entra no pacote sem mensalidade a mais.
Se quiser só o clube, o preço é fechado na conversa, por restaurante. Não tem cobrança por mensagem enviada, e não tem limite de quantos clientes podem entrar — cobrar por cliente cadastrado faria a sua conta subir justamente quando o programa estivesse dando certo.
Não. O cartão entra na Carteira do Google, que já vem instalada em todo celular Android de fábrica. Ele aponta a câmera no QR, toca uma vez, e acabou. Sem senha, sem cadastro em site nenhum, sem ocupar espaço no celular.
Não. Funciona no celular que o restaurante já tem, pelo navegador, como se fosse um site. Se a câmera falhar, o atendente digita o código do cartão e funciona igual.
É uma tela e um botão. O atendente aponta pro QR e toca em “marcar selo”. Dois segundos.
A gente entrega uma folha de uma página pra colar perto do caixa, com o que fazer e o que falar pro cliente na hora de convidar.
Não. O cartão é só do seu restaurante: seu logo, sua cor, sua foto. A Myno aparece uma vez, no rodapé da página de cadastro, em cinza pequeno.
É a mesma regra do cardápio digital: no que vai pro seu cliente, quem manda é a sua marca.
Hoje o cartão é da Carteira do Google, que cobre a maior parte dos celulares no Brasil — cerca de oito em cada dez. A versão pra iPhone está no plano e entra depois.
Enquanto isso, cliente de iPhone usa o cartão pelo navegador: o saldo é o mesmo, ele só não fica guardado na carteira.
Os selos dele não somem. Eles nunca estiveram dentro do cartão, estão guardados no sistema. A gente manda o link de novo, ou ele entra com o mesmo telefone e recupera tudo.
Não. Só quem tem a chave do balcão consegue somar, e essa chave fica no celular do seu time. O cliente só consegue mostrar o cartão.
Pelo caminho da nota fiscal a trava é ainda mais forte: cada nota tem um número único que nunca se repete, e o sistema confere se a nota é do seu CNPJ. Uma nota, um selo, e a mesma nota nunca conta duas vezes.
Só o que você aprovar, e com limite: no máximo dois avisos por semana por pessoa, nunca entre 22h e 9h. Essas travas não têm botão de desligar, de propósito.
E o cliente tira o cartão da carteira quando quiser, em dois toques. Por isso a gente é econômico: aviso demais queima o canal, e canal queimado não volta.
Pelo contrário, joga a favor. O cartão funciona sem guardar telefone nem e-mail, só um código. Quem quiser deixar o telefone, deixa; quem não quiser, entra do mesmo jeito.
Menos dado guardado é menos risco pra você: sem uma lista de telefones, não existe lista de telefones pra vazar. E quem pedir pra sair, sai, com os dados apagados na hora.
Com o logo, a cor e o prêmio definidos, no mesmo dia. O que leva mais tempo é decidir qual prêmio, e essa conversa a gente faz junto.
Dá. A mudança vale pros cartões novos e pros que já estão na carteira, de uma vez só.
Um cuidado que a gente sempre avisa: aumentar a meta no meio do caminho faz quem estava perto de ganhar se sentir roubado. Se for aumentar, aumente o prêmio junto.
O painel mostra em três ou quatro semanas se está entrando gente e se essa gente está voltando. Se estiver entrando e não voltando, o problema é o prêmio e a gente muda.
Se depois disso você não vir valor, é só parar. Não tem fidelidade em contrato de fidelidade, o que seria irônico.
Falta o seu cartão estar lá dentro. Manda uma mensagem no WhatsApp: a gente conversa 15 minutos, monta o seu clube e te mostra funcionando no seu celular. Você decide depois de ver.
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