Ele fica na carteira do celular, do lado do cartão de crédito. E toda vez que o cliente ganha um selo, a tela de bloqueio dele acende com o nome do seu restaurante.
Sem app pra baixar. Sem cobrança por mensagem enviada.
Você já manda mensagem por WhatsApp. O que quase ninguém calcula é quanto isso custa quando vira rotina.
Você aprova o desenho do cartão uma vez. Depois disso o clube roda sozinho.
Um QR na sacola, no balcão ou no rodapé da nota. Ele toca em “adicionar à carteira” e acabou. Nome e telefone são opcionais.
O atendente abre uma página no celular do restaurante, aponta pro QR do cartão e toca em marcar selo. Sem equipamento novo, sem treinamento.
O selo entra e a tela de bloqueio mostra o progresso. Quando a cartela fecha, o cartão avisa que o prêmio liberou.
É aqui que a maioria dos programas de fidelidade digital escorrega, e é a diferença que seu time sente na primeira semana.
Ele precisa lembrar de guardar o papel, abrir o site em casa, tirar a foto e esperar alguém validar. A maior parte esquece no caminho. E selo que não entra é cliente que não volta.
Enquanto o cliente ainda está na sua frente. Dois segundos, um toque, e ele vê o selo entrar no próprio celular antes de sair da loja.
Tem um segundo caminho, e ele só existe no Brasil: a chave de acesso da NFC-e tem 44 dígitos e é única por compra. Se o seu PDV imprime mensagem fixa no rodapé, o QR vai em toda nota que sai. Ninguém precisa lembrar de nada, e uma nota nunca vira dois selos.
O clube entra no mesmo painel que você já usa. Mesmo login, mais uma aba, nada novo pra aprender.
O número do topo é quantos voltaram pelo menos duas vezes. É o único que prova que o clube fideliza, e não só que muita gente cadastrou. Se você tem 200 cadastros e 12 voltaram, o problema não é o sistema: é o prêmio, e aí a gente conversa e muda.
Canal grátis sem freio vira canal queimado. Quem leva aviso demais remove o cartão da carteira, e não tem como colocar de volta. Por isso estas três travas existem e não têm botão de desligar. O selo entra sempre; o que elas seguram é só o aviso.
Não. O cartão entra na Carteira do Google, que já vem instalada no celular. Um toque e acabou. Sem senha, sem cadastro em site nenhum.
Não. Funciona no próprio celular do restaurante, pelo navegador. Se a câmera falhar, dá pra digitar o código do cartão.
Não. O cartão é só do seu restaurante: seu logo, sua cor, sua foto. A Myno aparece uma vez, no rodapé da página de cadastro, em cinza pequeno.
É a mesma regra do cardápio digital: no material que vai pro seu cliente, quem manda é a sua marca.
Não. O preço é por restaurante, não por cliente cadastrado. Cobrar por cliente ativo faz o seu custo subir justamente quando o programa está dando certo, que é a hora errada de cobrar mais.
Hoje o cartão é da Carteira do Google, que cobre a maior parte dos celulares no Brasil. A versão pra iPhone está no plano e entra depois.
Enquanto isso, cliente de iPhone usa o cartão pelo navegador: o saldo é o mesmo, só não fica guardado na carteira.
O saldo não some. Ele nunca esteve dentro do cartão, está guardado no sistema e ligado ao código. A gente gera o link de novo, ou ele entra com o mesmo telefone e recupera tudo.
Não. Só quem tem a chave do balcão consegue somar, e ela fica no celular do seu time. O cliente só consegue mostrar o cartão.
Pelo caminho da nota fiscal, a trava é a chave de 44 dígitos, que é única por compra e confere o CNPJ do seu restaurante. Uma nota, um selo, e a mesma nota nunca conta duas vezes.
A favor de você. O cartão funciona sem guardar telefone nem e-mail, só um código. Quem quiser deixar o telefone, deixa; quem não quiser, entra igual.
Menos dado guardado é menos risco: sem base de telefones, não existe base de telefones pra vazar. E quem pedir pra sair sai, com os dados apagados.
Com o logo, a cor e a regra do prêmio em mãos, o clube fica no ar no mesmo dia. O que leva mais tempo é decidir qual prêmio, e essa conversa a gente faz junto.
Dá. A mudança vale pros cartões novos e pros que já estão na carteira, de uma vez.
Um cuidado que a gente sempre avisa: aumentar a meta no meio do caminho faz quem estava perto de ganhar se sentir roubado. Se for aumentar, aumenta o prêmio junto.
Se você já tem cardápio, Instagram e Google com a gente, o clube entra no pacote sem mensalidade a mais.
Se quiser só o clube, o preço é fechado na conversa, por restaurante. Em nenhum dos dois há cobrança por mensagem enviada.
Falta o seu cartão estar lá dentro. Manda uma mensagem que a gente monta o seu clube e te mostra funcionando antes de você decidir qualquer coisa.
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